Otimização dos Mecanismos de Busca ( S.E.O)



O que é o SEO ?
S.E.O é a sigla em inglês para Search Engine Optimization, ou seja, Otimização de Mecanismos de Busca. Na prática, é um conjunto de técnicas que ajudam o seu site aparecer nas primeiras posições dos mecanismos dos buscadores como o Google, por exemplo.

E porque o SEO é tão importante?
Imagine quantas pessoas pesquisam conteúdos online a cada segundo.  Estatísticas apontam que cerca de 34.000 buscas são feitas no Google a cada segundo. Isso significa que se o seu site não tiver uma boa indexação, você estará perdendo a oportunidade de milhares de pessoas entrando no seu site ou pior, deixando espaço para a concorrência.




Links patrocinados X Resultados Orgânicos:
Apesar de aparecer no topo das páginas de resultados, os links patrocinados exigem um volume de investimento alto e que, se não gerenciados da forma correta, pode significar dinheiro jogado fora.
O usuário de internet costuma confiar mais nos resultados orgânicos, já que os mecanismos de busca tem o objetivo de trazer os resultados de acordo com os sites que oferecem informações mais relevantes e de qualidade. Sendo assim, a área azul da busca orgânica apresentada na imagem acima representa cerca de 80% dos cliques dos usuários, que torna um espaço muito valioso para quem quer aumentar oportunidades de negócios e visibilidade.

               Como os mecanismos de busca funcionam?
Os mecanismos de busca têm um objetivo principal: trazer o conteúdo mais relevantes possível para quem está buscando um determinado assunto. A forma que esses mecanismos usam para priorizar os conteúdos é chamada indexação, e pode variar para cada buscador. Em geral, a priorização se leva em consideração 2 fatores principais:
1. Conteúdo do site: se o seu site apresenta informações úteis e é considerado relevante para os usuários, a chance de subir posições na página de resultados é maior.
2.  Outros sites que linkam para o seu site: os mecanismos de buscas também valorizam sites com maior autorizade ou influência, isto é, que são referência para outros sites. Isso é chamado de inboud links. Caso um site muito influente, por exemplo, uol.com.br faça referência ao seu site, os mecanismos de busca também levam em consideração a autoridade desse site na hora de priorizar o seu ranking nas buscas.



Conceito de Cauda Longa ( Long Tail)  
    Rankear uma palavra chave muito competitiva como por exemplo: “tênis nike” pode requerer muito esforço e investimento que às vezes não compensam já que muitas vezes essas palavras atraem tráfego de menor qualidade, ou seja, pessoas que não estão realmente interessadas no que o seu site tem a oferecer.
   
   Por isso, um componente crítico para o SEO é escolher a palavra chave certa para otimizar. Por exemplo: se a sua empresa vende calça jeans, é ideal para você que o seu site apareça nas primeiras posições para essa palavra chave. No entanto, como a concorrência por essa palavra é alta pois existem muitos sites que mencionam “ calça jeans” em seu conteúdo, você pode ter dificuldade em se posicionar até mesmo nas primeiras páginas. No entanto, se você conseguir otimizar o seu site e conteúdo para um produto mais específico, uma palavra chave cauda longa como por exemplo “calça jeans levis preta” é mais simples de posicionar e rankear.
     
    Obviamente, a procura por essas palavras cauda longa é menor mas a chance de conversão em vendas  dessas palavras chave provavelmente é muito maior.





Insights para palavras cauda longa:
Um fator chave para encontrar palavras chave relevantes é ser específico sobre o produto ou serviço que você oferece.

Uma pessoa que faz pesquisa sobre: “Instalação de TV a cabo” está  provavelmente muito propenso a contratar esse tipo de serviço. Quem procura por  “tv a cabo” pode estar procurando opções para tv a cabo, conteúdo sobre programação, assim por diante. Ou seja, é um público muito mais genérico.
Outra forma de afunilar ainda mais a busca é otimizar as palavras para localização. Isto é, se você oferece um serviço para a região de Minas Gerais, uma forma de colocar é “instalação de TV a cabo em Minas Gerais”.
Outras formas de obter palavras cauda longa:
a    
     a. Use o Google Analytics para encontar palavras que já trazem tráfego para seu site. Essas  palavras servem como base para criar frases mais longas .
     b.  Use a ferramenta de palavras chave do Google Analytics . Essa funcionalidade é um bom ponto de inicio já que você insere algumas palavras e a ferramenta sugere combinações de palavras relacionadas e alguns indicadores que mostra o nível de concorrência, a tendência, etc.


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Recupere vendas: Retome carrinho de compras abandonados!
06:53



                         Dicas de como melhorar a conversão do carrinho
                          de compras do seu e-commerce

Uma dos principais problemas para os gestores de e-commerce é o abandono do carrinho de compras, ou seja, clientes que adicionam um produto no carrinho ou sacola de compras mas por algum motivo, acabam não finalizando o pedido. 

Um estudo feito pela KissMetrics revela algumas razões do porquê isso acontece:

- 44% abandonam o carrinho devido a custos de frete
- 27% não finalizam a compra porque querem comparar preços em outros sites
- 41% não estão preparados para realizar a compra
- 25% devido ao preço

Com esses problemas, o que você pode fazer para que os clientes retomem o carrinho e finalizem a compra?

A empresa Econsultancy divulgou que apenas 26% das empresas tentam recuperar carrinhos abandonados, uma taxa relativamente baixa quando comparado com os resultados que uma campanha de recuperação desses carrinhos poderia atingir: Os melhores e-mails de recuperação geram uma conversão média de 20,8%, segundo a Conversion Academy! 

Como calcular a taxa de abandono do carrinho:
taxa de abandono:  1 - transações finalizadas
                                 transações iniciadas

Agora, o que fazer para aumentar a conversão do seu carrinho de compras?
Realize campanhas específicas para clientes de regiões de interesse! 
Segmentar clientes que não finalizaram carrinhos de compras em uma determinada região e oferecer, por exemplo, um cupom de desconto ou frete grátis para estimular a compra! Esse tipo de ação além de finalizar a venda, pode gerar aumento do ticket do carrinho já que os clientes podem aproveitar essa condição especial para comprar outros itens. 

Outras dicas:
- Tenha um certificado de segurança no seu site para gerar confiança em seus clientes
- Mantenha o foco dos clientes na finalização da compra! Distrair clientes com banners ou abas atraindo para outros produtos e promoções pode levar os seus clientes a sair da página de finalização de pedido e esquecer de comprar o que estavam inicialmente procurando. 

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O cliente Multicanal 

O e-commerce foi uma mudança radical na forma com que as empresas realizam suas vendas. O consumidor está mais exigente, compara produtos e preços por conta própria, compra de lojas sem limites de barreiras geográficas e, tudo isso, na comodidade de seu computador. 
Este é o cliente online, que usa o e-commerce, que se tornou um modelo de negócio consolidado e cresce a 30% ao ano consistentemente. E do qual ninguém mais tem dúvidas. 
Mas este cliente quer mais, quer mais comodidade, mais informação, perder menos tempo, ser mais bem atendido e valorizado. Quer fazer a compra em qualquer lugar, na fila do banco, no meio do trânsito parado, no check-in do aeroporto, ou mesmo deitado na sua cama. 
Resumindo, este cliente quer ampliar sua experiência de compra e ter acesso a preços, produtos e serviços onde quer que esteja. Fora o contato do cliente com a internet através do browser do seu computador acessando o site da loja, temos outros dois pontos gigantescos de contato com o cliente. O primeiro é o celular. 
Ele é o dispositivo com o qual passamos mais tempo, trabalhamos com ele do lado, nos divertimos com ele do lado, dormimos e acordamos com ele do lado. Ele está conosco naquela fila do banco, está do nosso lado parado no trânsito e também no check-in do aeroporto. 
Hoje, já podemos usar o banco e fazer check-in pelo celular, pena que ele ainda não faz aquela interminável fila de carros andar mais rápido, cenário característico das grandes capitais. 
Por outro lado, as pessoas passam cada vez mais tempo em redes sociais, notadamente no Facebook. Dentro da rede, as pessoas conversam, trocam informações, fotos, comentários, se relacionam, namoram, arrumam emprego e falam mal da vida alheia, resumindo, interagem socialmente. E são estas duas tecnologias, o mundo mobile e as redes sociais que são a nova fronteira do varejo virtual. 
O primeiro, Mobile Commerce e o segundo Social Commerce, ou F-Commerce (de Facebook Commerce). Através do canal Mobile Commerce as lojas podem estar dentro do celular do cliente. Podem ser acessadas de qualquer lugar, até mesmo de dentro da loja física do seu concorrente. Elas trazem praticidade, agilidade e maior presença da loja para o cliente. 
Já no caso do F-Commerce, o objetivo é levar a compra para dentro do ambiente social do cliente. Permitir que ele compartilhe com seus amigos o que está comprando, produtos e lojas que ele gosta e recomenda e principalmente trocar experiências e informações sobre produtos e lojas. 
Pesquisas mostram que as pessoas confiam muito mais num comentário sobre um produto feito por um amigo do que pela loja ou pelo fabricante. O componente social da compra e as informações colhidas ou solicitadas à rede de relacionamento estão ocasionando um peso muito grande no processo decisivo de compra. 
Entre a loja falar que tem entrega a jato e um amigo dizer que já comprou e realmente no dia seguinte recebeu seu pedido, existe um abismo de níveis de confiança. Saber que um amigo teve uma boa experiência de compra numa determinada loja, que foi bem atendido pelo SAC e, o pedido chegou no prazo e que quando deu problema fizeram a troca sem maiores problemas pesa muito na decisão de comprar nesta loja, mesmo que nunca tenha sequer ouvido falar dela. 
Da mesma forma com produtos, ouvir de alguém próximo que comprou aquela nova TV LED 3D com todas as siglas que tem direito e é realmente fantástica são quesitos mais importantes para decidir a compra do que páginas e páginas de descrições técnicas. E fazer compras através do celular já é uma realidade. Nos Estados Unidos, as redes de varejo já incluíram o canal mobile em sua estratégia comercial, deixando de ser uma mera aposta. 
O Paypal processou U$ 4 bilhões em pagamentos de compras feitas pelo celular em 2011 e já projeta em U$ 7 bilhões de pagamentos nesse ano por todo o mundo. Outro estudo prevê que só nos Estados Unidos sejam gastos U$ 11,6 bilhões em 2012 em compras via mobile. 
O F-commerce por sua vez, ainda está se consolidando e provando que também é um canal de vendas importante. Estima-se que gerou em torno de U$ 1 bilhão em vendas em 2011 nos EUA com projeção para chegar aos U$ 15 bilhões em 2015. 
Nos dois casos, por mais que as diversas projeções sejam muito diferentes, todas elas concordam num ponto: sempre envolve muito dinheiro e cenários de rápido crescimento. Mas o mais importante é que cada canal tem suas particularidades, suas vantagens e desvantagens. Que o cliente quer interagir com a loja em todos os canais, em momentos, situações e necessidades diferentes. 
E cabe à loja primeiro entender como cada canal funciona, como se comporta e quais são as possibilidades que podem ser exploradas em cada um deles, para depois saber como atender este mesmo cliente, que inicia a compra em um canal e finaliza em outro. 
Ou ainda, aqueles que não finaliza a compra on-line, mas que todos estes pontos de contato levaram ele a se decidir pela loja e pelo produto, e ele chega na rede de loja física meramente para concluir um processo de compra que se iniciou muito antes. 
Tudo isso é o multicanal, atender o cliente onde quer que ele esteja e da forma com a qual ele quer ser atendido. 
Clientes que se relacionam com uma empresa em vários canais, são propensos a gastar mais com ela. E as empresas que não entenderem isso e não estiverem preparadas, com certeza terão problemas. Ou no mínimo, perderão a oportunidade de participar de um comércio virtual que cresce muito mais acelerado do que o tradicional.
 *Maurício Di Bonifácio é sócio-proprietário da Vertis.
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Mobilidade é para todos
12:29


Existe uma previsão que, ainda este ano, o celular será o principal meio de acesso à internet. Previsões à parte, é inegável que o celular hoje tornou-se um instrumento poderoso para comunicação de uma forma que vai além de sua concepção original. Muitas pessoas utilizam seus smartphones para acessar a web, trocar e-mails, consultar o tempo, atualizar seus status e verificar o dos amigos nas redes sociais etc. E isso vai muito além de usar o celular apenas conversar com alguém do outro lado da linha.

Hoje, acessando uma internet real (esqueça a frustrante promessa do WAP, do inglês, Wireless Application Protocol), um celular pode substituir em muitos casos um notebook ou desktop para navegar. Se falar de um tablet então, certamente você não sentirá falta de um teclado e uma mesa para ter acesso a sites e lojas virtuais, seja usando sua rede wi-fi, seja usando uma conexão 3G ou similar. Não importa o gadget, nem o meio pelo qual você se conecta à internet, mas sim a mobilidade.

Agora, se você é um empreendedor, imagine todo o potencial da internet literalmente em suas mãos. Não seria ótimo se você pudesse fazer com que seu cliente encontrasse seu produto enquanto está lendo um post no seu tablet? Ou então, enquanto ele atualiza seu status em um microblog usando seu smartphone, encontrasse um anúncio do serviço que sua empresa fornece? Interessante, não?

Mas não pense que basta apenas ter um site ou um e-commerce para que o seu cliente, usando um tablet ou smartphone, saia comprando por impulso. Você precisa ter algo preparado para esse tipo de dispositivo; um site que identifique que o cliente está acessando através de um iPhone ou de um tablet com Android para conhecer mais sobre seu produto e, se possível, efetuar a compra por ali mesmo.

Preparar este ambiente para seus consumidores é um desafio, mas não é impossível. Basta apenas pensar no que é interessante disponibilizar para seus clientes, já que o próprio dispositivo móvel requer uma comunicação mais direta e clara. Às vezes, uma pessoa pode navegar no seu celular enquanto está numa fila ou enquanto aguarda o metrô. Portanto, é preciso ter uma abordagem diferente, direta para que o usuário não perca tempo, tenha personalidade para que seja fácil a identificação do consumidor com sua marca e segura, para que no momento apropriado, o cliente compre sem preocupação.

Existem formas de desenvolver um site que identifique de onde o acesso está sendo feito e disponibilize o conteúdo específico para cada tipo de dispositivo. E podemos ir além, criando apps, que são nada mais do que aplicações criadas exclusivamente para certos dispositivos móveis, possibilitando uma melhor experiência para o cliente. Por exemplo, um app criado para um tablet pode apresentar mais detalhes de um produto e uma navegação mais próxima de uma revista, aproveitando toda a área da tela sensível ao toque. Já um app para celular, pode ser mais direto e objetivo, com uma navegação específica para uma tela menor sem perder o foco do produto oferecido.

Meios de pagamentos já são disponibilizados aos montes e a cada semana somos surpreendidos. Desde tradicionais serviços de pagamento on-line, passando pela NFC (Near Field Communication) e até mesmo o pagamento através da conta telefônica, temos extensas possibilidades. E, em relação à segurança, é possível confirmar seus dados através de login de redes sociais que normalmente já são usadas por quem tem um smartphone ou, então, através da conta de e-mail cadastrada no celular, como é o caso dos equipamentos com o sistema Android.

Como benefícios pela mobilidade, podemos pensar na facilidade de uso dos aparelhos por parte dos consumidores, já que a qualquer momento é possível acessar a web, seja enquanto aguarda um voo no aeroporto, enquanto espera a chegada dos participantes numa reunião ou até mesmo enquanto o sono não chega, no conforto de sua cama. Além da mobilidade, é sempre bom lembrar que um app pode ser um meio de selecionar os clientes pelo tipo de aparelho utilizado, pois alguns desses consumidores possuem um perfil de acordo com o gadget que utiliza. Conhecido como fanboys, eles possuem estilos e gostos bem característicos.

Com esta informação, é possível oferecer grupos de produtos e até mesmo determinados acessórios para o aparelho usado no acesso logo na primeira página da sua loja. E claro, quando um usuário instala um app de uma determinada loja, podemos entender que isso é uma fidelização à marca. O cliente diz que quer ter um meio de comunicação exclusivo com você e, o melhor, sem que você tenha que concorrer com ninguém. Afinal, você terá construído um aplicativo específico para este fim, sem banners e promoções de outras lojas pulando na frente do seu cliente. A atenção do seu consumidor será toda sua. Aproveite!

* Edvin Markstein Zimmermann é analista programador da área de B2B da Vertis, companhia especializada em soluções de negócios baseadas em tecnologia web.
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Aumente o fluxo do seu site!
06:23


COMO PROMOVER O MEU SITE??

Dicas úteis para fazer o seu e-commerce ser mais reconhecido 


Blog sobre novos conteúdos ou serviços 
Publicar novidades no blog de seu próprio site é uma boa maneira de anunciar novos conteúdos ou serviços. Outros webmasters que leiam o seu blog ou subscrevam a sua feed RSS poderão promover suas novidades.

Não se esqueça da promoção offline 
Promover o seu site offline pode também ser recompensador. Por exemplo, se você tiver um negócio local, certifique-se sua URLestá listada no seu cartão de visita, papéis timbrados, cartazes, etc. Você pode também enviar boletins informativos aos clientes através do correio, com informações sobre novos produtos e conteúdos de seu website. 

Conheça os sites de mídia social 
Sites mídia social construída em torno da interação e compartilhamento dos usuários torna mais fácil a grupos de pessoas interessadas corresponder-se com conteúdo relevante. 
Evite: Tentar promover cada pequena nova alteração de conteúdo que você faça; promova apenas grandes mudanças ou fatos interessantes. Envolver o seu site em programas onde o seu conteúdo é artificialmente promovido ao topo desses serviços. 

Adicione o seu negócio no Google Local Business Center 
Se você tem uma empresa local, adicionar a sua informação no Centro de Negócios do Google vai ajudá-lo a chegar a clientes que utilizem o Google Maps e a pesquisa na web. Alcance aqueles que estão em comunidades relacionadas.  É muito provável que existam sites que cobrem áreas temáticas semelhantes às suas. Comunicar-se com esses sites é geralmente benéfico. Temas da atualidade que apareçam em seu nicho ou na comunidade podem desencadear novas idéias para conteúdo ou a criação de uma boa comunidade de recursos. 
Evite: Enviar spam a todos os sites relacionados ao seu tema Comprar links de outro sites com o objetivo de conseguir PageRank ao invés de tráfego
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Guia prático para conteúdo SEO
13:25

Para garantir um bom fluxo de pessoas no seu site de e-commerce, é importante que os clientes e consumidores potenciais encontrem sua loja virtual com facilidade. Quanto melhor o posicionamento do site nos mecanismos de busca do Google, Yahoo, etc, mais pessoas visitarão a sua loja e, provavelmente, maiores serão as vendas.  
Percebemos que muitos gestores de e-commerce têm tido dificuldade em otimizar os mecanismos de busca e, para isso, montamos um guia com algumas práticas que recomendamos de conteúdo SEO.  Aproveitem!

Recomendações de Snippet do Google Orgânico
Conceitos: 
- Title: é a frase que aparece no topo do browser, na página de ferramentas, informando o conteúdo da página.
- O título, a URL e a descrição formam o snippet do Google.













Escreva textos de simples e de fácil leitura 
Usuários apreciam um conteúdo bem escrito e de fácil compreensão. 
Evite: Escrever textos desleixados, com muitos erros ortográficos e gramaticais Incorporar textos em imagens (os usuários podem querer selecionar o texto e os mecanismos de pesquisa não conseguem lê-lo). 

Mantenha-se centrado no tema 
É sempre benéfico organizar o seu conteúdo a fim de que seus visitantes tenham um bom senso de onde um tópico começa e outro acaba. Dividir o conteúdo em blocos lógicos ajuda os usuários a encontrar mais facilmente o conteúdo que eles querem. 
Evite:Colocar grandes quantidades de texto sobre temas variados em uma página sem parágrafo, subtítulo, ou sem nenhuma separação. 

Utilize uma linguagem adequada
Pense nas palavras que um usuário possa pesquisar para encontrar o seu conteúdo. Antecipar essas diferenças de comportamento e tê-las em conta ao escrever o seu conteúdo (usando uma boa variação de palavras-chave) poderia produzir resultados positivos. 

Crie conteúdo exclusivo e atualizado 
Conteúdo original não só fará com que seus usuários atuais voltem, irá também trazer novos visitantes. 
Evite: Reescrever (ou copiar) conteúdo existente que vai trazer pouco valor extra para seus usuários. 

Ofereça conteúdo e serviços exclusivos
Pense em criar um serviço que nenhum outro site oferece. Você poderia também escrever um artigo ou publicar uma pesquisa, fazer uma entrevista exclusiva ou tirar proveito das particularidades de sua base de usuários. Outros sites podem não dispor dos recursos ou conhecimentos técnicos para fazer essas coisas.

Crie conteúdo essencialmente para os seus usuários e não para os mecanismos de pesquisa 
Desenvolva seu site tendo em mente as necessidades de seus visitantes, segurando ao mesmo tempo que seu site seja facilmente acessível aos mecanismos de pesquisa. Isso normalmente produz resultados positivos. 
Evite: Inserir palavras-chave repetidas que visam os mecanismos de pesquisa e que sejam desnecessárias, sem sentido ou incomodem os usuários. Ter blocos de texto com "freqüentes erros ortográficos utilizados para chegar a esta página", o que adiciona pouco valor para os usuários. 



 
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Porque o e-commerce será o canal de vendas dominante
09:30

Porque o e-commerce será o canal de vendas dominante
Com a taxa prevista de crescimento do e-commerce em 30% ao ano e a do varejo tradicional de 5%, o e-commerce, que em 2010 representou aproximados 4% do varejo no Brasil, somará participação de 8% em 2015, ou seja, o dobro da participação atual. Alguns segmentos de mercado como eletrodomésticos, informática, cama-mesa-banho, presentes, livros, CD’s, DVD’s e calçados já mantêm importante participação no e-commerce ou está expandindo rapidamente. Porém, outros segmentos ainda estão parcialmente ou totalmente fora do e-commerce como, por exemplo, o setor de autopeças e materiais de construção. A tendência a médio e a longo prazos é que praticamente nenhum segmento do varejo esteja ausente das vendas por meio da web. 

O VAREJO ONLINE TEM UMA LÓGICA COMO NEGÓCIO DIFERENTE DO VAREJO FÍSICO
É possível destacar três pontos: O primeiro é que o conceito de classe social que é muito atrelado à localização física da loja é muito mais tênue no mundo online. O segundo ponto é que não há limitação física de exposição, permitindo assim trabalhar com um volume maior de itens e linha de produtos, serem eles próprios ou de parcerias. E, por último, diferente das lojas físicas onde a expansão ocorre principalmente por abertura de novas com o aumento proporcional dos custos, o crescimento do varejo no e-commerce ocorre em uma única loja eletrônica, conhecida como plataforma, com escala de redução de custos, principalmente os fixos, mas também os variáveis, como o custo do uso de banda que é decrescente conforme o crescimento do volume. Está é a principal característica do e-commerce, que pela lógica econômica, o torna sério candidato a canal dominante de vendas daqui algumas décadas. Muitos fabricantes, principalmente os grandes, em parcerias com varejistas ou sozinhos, tendem a incrementar suas vendas diretas pelo canal eletrônico porque os ganhos tributários, que são os custos de vendas e apropriação de margem, são muito significativos. A logística, inclusive a reversa, tende a ser terceirizada. Outro fator importante para levar os fabricantes a ficarem tentados a vender direto é que concentrando suas vendas no online sua percepção do mercado ocorrerá em tempo real, levando a um ajuste muito mais rápido, principalmente no que tange a cadeia produtiva. Um outro ponto que deverá assegurar um grande crescimento das vendas online é a rápida evolução tecnológica dos dispositivos e softwares para aplicação na web. Mesmo que no Brasil a infra-estrutura ainda é muito deficiente e cara, esse cenário tende a evoluir rapidamente. 

O E-COMMERCE PARA OS PRÓXIMOS ANOS 
É difícil prever os recursos tecnológicos e aplicações que teremos à disposição das operações de e-commerce nos próximos cinco anos. Em dez anos é praticamente impossível. Pelo que foi apresentado, tenho a convicção que o e-commerce terá cada vez mais importância como canal de vendas, inclusive com forte tendência de ser o canal dominante. Alguns segmentos de mercados estão mais avançados que outros nas vendas online, entretanto, é inevitável que praticamente todos os segmentos de mercado tenham operações importantes. Provavelmente por causa das características do e-commerce, o comércio varejista terá uma modelagem diferente da atual. Difícil é prever em que profundidade. Para a maioria dos varejistas o importante é iniciar uma operação de e-commerce sabendo que a fase inicial é de aprendizado, principalmente como utilizar o canal online no seu negócio e quais as novas possibilidades este canal poderá abrir para seu negócio. Sérgio Castro é diretor comercial da Vertis, companhia especializada em soluções de negócios baseadas em tecnologia web.
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